Home

Neumanne Pinto – Nesta era da covardia e do deixa pra lá, que esperança podemos nutrir depois do show de lucidez dado pela deputada federal pedetista paulista Tabata Amaral ao “derreter”, o ex-ministro da Educação?
Edilson Martins – Tabata Amaral significou para o País, desencantado com as trapalhadas do novo governo – direitos humanos, educação e relações externas e tantas outras decepções –, o mesmo que nos deu a Copa do Mundo de 58. Devolveu esperanças, mostrou a existência de vozes vindas da periferia, animou o espírito do povo, reduziu nossa consciência de nação vira-latas. Se o Pasquim morreu, passemos aos elogios, já nos disse Machado. O Pasquim é uma bela memória. Mas Millôr e Paulo Francis foram, sim, suas duas grandes cabeças, sem querer diminuir ninguém da patota restante.

ps – trechos de uma entrevista publicada hoje pelo jornal o “ESTADÃO” de São Paulo.Bruno Chica e eu

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s