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João Teixeira de Faria tem uma longa e bem sucedida história de “curas” e sucessos.

Pelo menos na crença de seus devotos.

Tudo isso agora sofre um duro golpe. Treze mulheres o acusam de violência sexual.

A norte americana Amy Biank, nos conta o repórter Phillippe Watanabe, da Folha de SP, que, como voluntária frequentou a Casa de Dom Inácio de Loyola, durante 6 anos, entre 2002/08, em Abadiânia, Goiás, revela uma experiência pessoal.

Amy conta que uma moça, muito doente, foi levada à sala de João de Deus, espaço privativo, onde só ele tinha acesso durante algumas “curas”.

Amy ouviu uns gritos, adentrou, e surpreendeu João Deus com o pênis para fora, e uma toalha sobre o ombro.

Ele ordenou que Amy se sentasse, fechasse os olhos, e revelou que a moça havia passado por um teste, e que se tratava de uma pessoa boa.

Depois do ocorrido João de Deus lembrou à norte-americana que “eu sou só um homem. No Brasil, o que acontece entre quatro paredes não é da conta de ninguém.”

Concordemos que João de Deus, nessa confissão, elevou-se à condição quase divina, ao reconhecer as “misérias humanas.”

Mais tarde Amy recebeu um novo recado.

“Pessoas como você deveriam ir embora do Brasil, já que desaparecem. Era perigoso ficar ali.”

Claro, obedeceu, não foi boba, e retornou ao seu país.

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