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Sérgio Cabral, ao deixar o Governo do Rio, chamou os empresários, prestadores de serviços milionários, e com Pezão ao lado, determinou:
– O jogo continua, e o sucessor é meu amigo Pezão.

A propina mensal, de R$ 150 mil que Cabral pagava a Pezão, sofre um refluxo, o jogo é invertido.

Pezão, já como Governador, de passivo, passa a ativo, repassando, doravante, R$450 mil ao ex-governador.

Tudo isso, até recentemente.

Institucionaliza-se a corrupção, que já vinha de outros Governos.

Tanto assim que dois outros ex-governadores – Garotinho e Rosinha, casal da pesada – já foram presos e continuam aguardando julgamento.

Moral da parábola.

Assim como na ditadura a pena de morte foi “institucionalizada” como política de estado, para os inimigos do regime, no Rio, repetiu-se o modelo.

Cabral e Pezão “sistematizaram” as propinas e a corrupção orgânica como política de estado.

Somos ou não, o país das jabuticabas?

 

A imagem pode conter: 7 pessoas, incluindo Alipio Rangel e Gilberto Menezes Côrtes, pessoas sorrindo, pessoas em pé e terno

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