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Os jihadistas do estado islâmico, naquela matança em Paris, novembro de 2015, proclamaram que as casas de show, restaurantes, estádios de futebol, precisavam ser punidos, posto espaços de banalidades, de prazer não religioso, portanto, espaço para os infiéis.

Estas duas religiões – islamismo e cristianismo – nascidas do Velho Testamento judaico, não celebram, convenhamos, o prazer, principalmente os deliciosos prazeres da carne, da vida.

Essa linha de obediência, no caso do cristianismo, começa com São Paulo, o contrito, que sinaliza renúncia aos prazeres, aos pecados do desejo.

Ele aponta, e termina tendo êxito, posto que era isso que o Império Romano precisava, um cristianismo sombrio, travado, sublimando os desejos com as orações, com o autofragelo, buscando a redenção da alma, punindo o prazer.

Tudo indica que Paulo projetou seus conflitos, que não eram poucos como em qualquer ser humano, e os introjetou, com imenso sucesso, no cristianismo.

Tudo somado, esses malucos, psicopatas do estado islâmico, não são muito diferentes dos cardeais da Santa Inquisição, nascida na Espanha, nação mais católica que o mundo conheceu.

Tampouco dos templários europeus da Idade Média que se deslocam para o Oriente Médio, para Jerusalém, onde implantam o terror, exterminam os “infiéis”.

Quem se permitir conhecer a história do cristianismo, não só com seus autos de fé, a céu aberto, torturando e queimando infiéis durante a Santa Inquisição, se não duvidar, ficará impactado.

Como não menos as Cruzadas, em nome de Deus, assassinando os infiéis muçulmanos no Oriente Médio, ou se associando aos colonizadores no extermínio dos povos primitivos do Novo Mundo.

É de arrepiar a capacidade humana em incorporar crenças, eleger salvadores, apostar muito, ou quase tudo, em Messias, salvadores, construindo mitos, incorporando devoções.

Até hoje não nos libertamos dessas heranças.

A espécie humana continua culpada, não perdoando as futilidades, mascarando a sexualidade, os “pecados”, os desejos, que não deixam de ser, quantas vezes, os melhores prazeres da vida.

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