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Recentemente o Governo federal privatizou 4 subsidiárias da Eletrobras.

É um começo, mas ainda existem 138 empresas do estado, praticamente todas operando no vermelho.

Aguardam o mesmo destino, em nome da coisa pública, do bom senso, num país arruinado pelas estatizações.

Mais recentemente esse processo começou na ditadura, com Geisel, e no entanto, o PT, que nunca perdoou os militares, no poder, aprofundou a estatização.

Nos estados e municípios, esses dinossauros, conforme chamava Roberto Campos, somam mais 250 empresas.

No arco dessas 138 empresas estatais, federais, há o montante de 505 mil empregados, incluindo, claro, os terceirizados.

Que país suporta uma carga tão grande, sem retorno, de empresas criadas, várias delas, atendendo às injunções políticas?

Ao “presidencialismo de coalização”, traduzido significa de compadrio, ressarcimento de dedicações e fidelidades, podemos talvez explicar o aumento das estatizações.

Paulo Guedes, o tzar da economia de Bolsonaro, sinaliza um basta nisso tudo, promete o arejamento do liberalismo, acena com o espírito animal da competição.

Parte da rejeição ao petismo e à esquerda, sua parceira, deve-se a essa percepção.

Ou vamos continuar insistindo em repetir a experiência soviética, cubana, norte-coreana, chinesa?

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