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O Lulopetismo blefou, “contornou” o Congresso e escondeu da opinião pública os termos do Acordo com Cuba para criar o “Mais Médicos”.

O texto foi mantido em segredo por 5 anos, e ele muda a “novela”, narrativa cada vez mais estranha do “Mais Médicos”.

Acossada pelo ronco das ruas de 2013, em lua de mel com o Governo cubano, o Lulopetismo se submeteu a todas as injunções da Ilha dos Castro.

O recurso do Governo brasileiro foi fazer a esperta triangulação; o Brasil paga a OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), que “contrata” Cuba, que contrata os médicos.

Vale lembrar que Cuba impôs os termos do Acordo, tornou o Brasil refém, conforme ficou agora demonstrado, já que podia rompê-lo quando bem o desejasse, e finalmente não aceitou a proposta salarial menor sinalizada por Dilma.

Cuba exporta os médicos – sua grande comodities – para 60 países, e por terem 80% de seus salários recolhidos para o estado cubano, pode-se dizer, sem licença poética, que são sub-remunerados.

Bolsonaro diz escravizados.

Estivemos diante de um Acordo secreto, desigual para o Brasil, e que desnuda a gravidade do viés ideológico.

Principalmente quando se sobrepõe, fica acima dos interesses nacionais.

Surgiu mais um complicador; um mil e 400 médicos já constituíram famílias no Brasil.

Isto é, casaram-se com os nativos e nativas de nosso país.

Ah, sim, os termos deste estranhíssimo Acordo foram revelados pela insuspeita Folha de SP, que Bolsonaro e seus filhos, burramente, querem fechar.

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