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Quando lá atrás, nos idos de 68, Daniel “Le Rouge”, em Nanterre, questionou as autoridades franceses o por quê da separação dos dormitórios masculino e feminino nos campus universitários, começava ali a revolução.

Revolução que o neofeminismo jihadista norte-americano, e suas culturas satélites, querem hoje soterrar.

Não estamos falando de estupro ou do assédio covarde ancorado no poder.

Deveriam ser crimes catalogados como inafiançáveis.

E, no entanto, as 100 mulheres do Desfiladeiro das Termópilas, as francesas lideradas por Deneuve, reproduzindo o que aconteceu na Grécia antiga durante a invasão persa, estão resistindo.

Quando agora se perguntou a Sharon Stone, americana, atriz, bela e inesquecível, o que achava do movimento neofeminista, que resgata da memória passada de algumas mulheres até a mão invasiva num de seus joelhos, ela, a grande atriz, explodiu numa gargalhada.

Severine – Catherine Deneuve – de “La Belle de Jour”, no esplendor de seus 23 anos, não tinha sua libido incendiada diante dos carinhos doces, bem comportados, gentis e delicados do nobre marido.

Sua rota de fuga, na busca do prazer, a que todas as espécies perseguem e têm direito, vamos supor, era a figura de um asiático grosseiro, nada doce, e, talvez, diriam as mais arrebatas, dotado de profunda e agressiva pegada.

 

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