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JACOB BARATA FILHO E LÉLIS TEIXEIRA DEIXAM PRESÍDIO

Está escancarada a política criminosa da parceria PMDB/PT durante mais de uma década no estado do Rio de Janeiro.

Mas houve uma área em que esses crimes se tornaram absurdos.

José Casado, um dos melhores repórteres do país, nos mostra as entranhas do cartel das empresas de transportes.

Chama a atenção o silêncio em torno de Marcelo Crivella que prosseguiu nessa política de isenções a esses grupos empresarias até 2019, conforme nos mostra Casado, na prefeitura da cidade do Rio de Janeiro.

E até agora nada sequer se murmurou.

(…)O suborno incluía a defesa do setor sobre cada vírgula de 50 projetos na Assembleia e, também, nas auditorias do Tribunal de Contas estadual, como mostra a manobra para nomear o deputado Edson Albertassi ao Tribunal de Contas, na vaga do ex-presidente do TCE Jonas Lopes, que virou delator.

O governador Luiz Fernando Pezão diz ter sido surpreendido no emparedamento. O procurador-geral do estado, Leonardo Espíndola, insurgiu-se e renunciou. Acabou detonando a prisão dos deputados.

O cartel pagou propinas até maio passado. Dois meses antes, recebeu do prefeito Marcelo Crivella mais isenções fiscais: as empresas deixam de pagar R$ 71,7 milhões neste ano, R$ 75,6 milhões em 2018 e R$ 79,3 em 2019.

Caros, ruins e perigosos, os ônibus simbolizam a captura do Estado por grupos políticos a serviço de interesses privados. No Rio, a lógica mafiosa subverteu a “independência harmoniosa” entre Poderes.

José Casado – O Globo – 21/11/2017

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