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Michel Temer disse ontem que ” se não prestigiarmos certos princípios constitucionais a nossa tendência é caminhar para o autoritarismo.”

Foi mais longe; apontou a ditadura Vargas, e não menos essa última, de 64, não como resultado de um golpe de estado, “mas porque o povo também queria.”

Na primeira reflexão, tola porque primária, vale lembrar que quem hoje conspira contra “certos princípios constitucionais” é o seu Governo.

Corrompe o Congresso, o poder Judiciário, recebe ministros do STF fora de uma agenda oficial, e tudo tem feito para desidratar a Lava/Jato, a instituição que busca, pela primeira vez em nossa História, uma Justiça para todos, democrática.

Verdade, o último golpe teve apoio expressivo da classe média, religiosa, conservadora, envenenada pela “ameaça” comunista, de fato exagerada.

Exagerada porque depois de Cuba a União Soviética queria tudo para infernizar os EUA, menos uma nova ditadura esquerdista na América Latina.

Classe média que lá atrás Michel Temer fez parte, hoje já não mais.

Associado, – os áudios do porão do Palácio mostraram – ao que existe de mais corrompido da burocracia do estado, e não menos aos grandes empresários bandidos do país, Michel Temer é um excluído da classe média.

Michel Temer é hoje um homem rico, milionário, por mais que queira esconder.

Apontado pelos aduladores como grande jurista, na Cadeira de resgates históricos, apesar da empáfia, é bem bobinho.

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