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Mujica, pelo exemplo, sua história de resistência a uma ditadura militar, pela sinceridade, coisa rara no universo dos políticos, é credor do mais absoluto respeito.

E, no entanto, vai nos dá Adeus, já não é um jovem, ingênuo e desinformado.

A URSS teve um papel decisivo, na 2a Grande Guerra, assim como a Inglaterra, até mais que ela, pelo tempo de resistência ao Nazismo, a indústria armamentista americana, os negros que no Pacífico deram suas vidas para vencer as tropas japonesas, as resistências civis dos países ocupados.

Foi o pacto, criminoso, Renbbentrop/Molotov, agosto de 1929, cortando ao meio a Polônia, em 1938, entre Hitler e Stálin, que deu as condições objetivas para o Nazismo desencadear a 2a Grande Guerra, que nada mais foi que a continuação das questões de estado não resolvidas da 1a Grande Guerra.

Curioso é Mujica absolver, não fazer nenhum reparo ao Stalinismo que torturou, matou, eliminou os país fundadores da próprio revolução soviética, para não falar na criação dos campos de concentração, dos “gulags” onde se punia a liberdade de pensar.

Curioso não menos desconhecer o que aconteceu aqui ao nosso lado, em Cuba, onde por exemplo, a opção pelo regime soviético, levou inclusive à expulsão, e não menos à traição de Guevara, que na tentativa de sobreviver, sem pátria, fez a opção por uma guerrilha suicida nos andes bolivianos.

E, no entanto, Mujica é um homem honrado, humilde e honesto, o que não acontece com outras lideranças populares da América latina.

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