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Lula e as bençãos indígenas
Na guerrilha do Congo, precisamente em 65, os combatentes cubanos, todos com cabeça materialista, encontraram um inimigo invisível, a “Dawa”.

Trata-se até hoje de uma bruxaria que “fecha” o corpo de quem a ela recorre.

Durante um confronto, se caímos ferido, ou morto, é porque não tivemos fé suficiente, ou dormimos com uma mulher.

Os guerrilheiros cubanos, comandados por Che, perderam a parada, claro que por outras razões, mas essa crença embaralhou muito.

Lula faz uma campanha presidencial com os sinais trocados.

Tanto a Justiça pode impedi-lo, como não menos sua candidatura não terá fôlego, ele sabe disso, numa disputa onde a corrupção será o mote principal.

Pouco importa. Vale apostar em tudo.

Até em rezas indígenas contaminadas pelas expressões religiosas africanas, é o que está acontecendo agora em seu périplo pelo interior de Minas.

Se a Justiça o impedir, será vitimizado.

Se concorrer e for derrotado,é porque o país cada vez mais perde suas crenças originais pela influência pesada do neoliberalismo ateu e judaico-cristão.

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