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Manaus - ensino

Há uma corrente – esquerda – que adora dizer ser  a violência, o desrespeito às leis, a marginalidade e a delinquência, resultados da exclusão social.

Lorota.

A escola municipal Elvira Borges, em Manaus, Compensa II, um dos bairros mais violentos da cidade, talvez do país, mostrou ontem a improcedência dessa lorota.

Trezentos e cinquenta alunos, numa faixa de 8 a 13 alunos, participaram de um evento de cidadania onde se discutiu a importância dos assentos preferenciais, de forma ordeira, atentos, com intervenções, e sentados no próprio chão da grande sala.

Certo, que nessa escola deve haver uma competente gestão.

A começar pelo professor Ronaldo Barreto Antony, que leciona, de forma visível, a partir de um respeito mútuo entre mestre e alunos.

Uma das coordenadoras dessa ação, Raquel Dias, faz uma observação curiosa.

– Embora adolescentes, numa faixa bastante transgressora, quando respeitados, exercem a cidadania de forma exemplar, uma vez que mais que ninguém, conhecem a dureza da vida dos excluídos.

– Fazer uma lei e não a mandar executar, diz o vereador Plínio Valério, seu autor, é autorizar a coisa que se quer proibir, conforme já nos ensinou o Cardeal Richelieu, que alavancou, ao tempo de Luís 13, a grandeza da França.

 

 

 

 

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