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Lula e Cabral A

Que lindo, quanta solidariedade, que fofo, existe entre os pares investigados pela Lava/Jato.

Até porque, no peito de um apenado, também bate um coração.

Ao adentrar no Presídio de Benfica, Rio, há um mês, Arthur Nuzman, aquele que esquecera de declarar as barras de ouro num banco suíço, foi demoradamente aplaudido pela turma de Cabral, que pediu que assim procedessem, já que ali se encontrava condenado.

O ex-governador, amigo de ministro poderoso do STF, entre outros, puxou uma salva de palmas, e foi mais longe; lembrou que devemos a Nuzman a gloriosa Olimpíadas do Rio de Janeiro.

No peito dos investigados pela maldita Lava/Jato, não só bate um coração, como não menos os sentimentos de solidariedade são espiritualmente elevados.

 

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