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joaquim BARBOSA E bAZRROSO
De fato, o Rio, é uma Chicago com Al Capone preso, embora a violência não tenha sido subjugada pela forças policiais.

Isto que dizer, uma cidade sem lei.

Podemos até aprofundar; o país é uma Chicago sem Al Capone, numa leitura mais arejada.

E nele prevalece o estado de direito regulado pelo compadrio, uma jurisprudência de acordo com o réu, onde exibimos ao mundo uma nação de ricos delinquentes.

E saborosamente impunes e intocáveis.

Este país transformado em Chicago com Al Capone solto, ou inexistente, nas palavras e na compreensão cristalina de um ministro do Supremo Tribunal Federal, busca perpetuar “a cultura ancestral de leniência e impunidade com a criminalidade do colarinho branco”.

O nome deste tresloucado homem das leis?

Luís Roberto Barroso, a última bala de prata junto àqueles que já perderam a fé, mas ainda não perderam a esperança.

Já houve outro, mas, por ter transposto a linha vermelha da impunidade, precisou, sensatamente, pedir para sair.

É o que nos pareceu.

 

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