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Celso Daniel

Em 2001, Toninho do PT, prefeito de Campinas, foi assassinado a tiros. Até aí, os crimes acontecem.

Logo depois houve outro assassinato, de Celso Daniel, prefeito de Santo André, incumbido de promover os fundos para a Campanha de 2002, que elegeria Lula.

Mortes suspeitas, até hoje não esclarecidas, envolvendo direta ou indiretamente a trajetória vitoriosa do PT em direção ao Planalto, em que reinou durante mais de 13 anos.

O PT, enquanto seita, com a divindade de que dispõe, quem o diz é Palocci, sem compromisso com a verdade, sem pejo para mentir e tudo negar, vem provando desconhecer escrúpulos.

Em 2004 morre – acidente de carro – Eduardo Malheiro, ex-presidente da Bancoop, a cooperativa que lesou 3 mil mutuários do Banco do Brasil, mais tarde repassada para a OAS e que levou ao caso do tríplex do Lula.

Segundo seu irmão, Hélio Malheiro, ele havia sido alertado para reforçar sua segurança pessoal.

Além de Malheiros, outros dois diretores da Bancoop morreram no mesmo acidente.

Há mais. Muito mais. Mas, aí, a história é mais longa.

 

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