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Amazonino

A esperança é a vitamina dos excluídos. Ou dos que perderam.

É possível concordar que o Brasil vive uma profunda renovação.

Aos fatos.

Amazonino se elegeu, este ano, governador do Amazonas depois de 3 mandatos de prefeito, e mais 3 de governador, pelas valentes terras do Norte.

Em 2016, procedente do futebol, Alexandre Kalil, do inexpressivo PHS, com linguajar chulo, implode o cacicado de Aécio Neves, em Belo Horizonte, o poderoso PSDB, e ganha a prefeitura de BH.

Renovação mais explícita impossível.

Joao Doria em SP, peita a dinastia do PSDB paulista, poderosa, com ícones como FHC, Serra , se impõe, derrota o PT de Lula e seguidores, elegendo-se no 1º turno para governar a maior cidade da América Latina.

Renovação mais robusta, difícil acontecer.

No Rio, temos Crivella, em 2016, figura medíocre, mas teimosa – como todo fanático pentecostal – enfrenta em 2016 uma esquerda aloprada, associada a um PMDB corrupto, e ganha a prefeitura do Rio, a cidade mais fashion de todo o Sul do Continente.

Em menos de 10 meses todas essas esperanças estão derretendo, fazendo água.

Só no resta apostar, em termos de renovação, em Amazonino, 77 anos, uma das raposas felpudas mais tradicionais da política brasileira.

Bem, temos para 2018, figuras como Lula e Bolsonaro, os melhores apreciados pela população para presidir o Brasil.

Estamos ou não, nos renovando?

Ou a esperança é a vitamina dos pobres, conforme nos ensina, sabiamente, o sofrido povo de Deus?

 

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