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Durou pouco a esperança de Carlos Arthur Nuzman, o que quebra uma velha escrita.

Sabemos que a esperança dura pouco entre os pobres, Jamais entre os ricos e poderosos.

Caiu ontem, sobre a cabeça de Nuzman, uma prisão preventiva, que se sabe quando entra, mas nunca se sabe quando sai.

Antes de ser preso, é o que diz a Justiça, ele teria tentado repassar os custos da banca Nélio Machado, que salvo trapaça da memória defendeu corajosa e brilhantemente presos políticos, para o comitê-2016, que por sinal ele preside.

Custos, nada modestos; R$5,5 milhões.

Nuzman, afora ter sido um grande atleta, nunca deixou de ser um gênio.

Um gênio nos negócios, até porque, durante 22 anos, presidiu o COB sem receber um tostão como salário.

Renúncia maior, impossível.

 

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