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PSDB - LIDERANÇAS

 

O PSDB há uma década vinha apostando que voltaria à Cadeira do Planalto. Dilma defenestrada, essa expectativa ganhou dimensões de verdade.

E, aí, chegou a maldição do poder.

De um balaio de quatro presidenciáveis – Aécio, Alckmin, Serra e Doria – as cabeças foram rolando.

O primeiro está numa UTI, com infecção generalizada. Para 2018 não há mais tempo.

Serra, por esperteza, sentindo a tsunami em sua direção, inventou problemas na coluna, e abdicou do ministério que sempre foi um dos sonhos de consumo.

Doria, por açodamento, está se lambuzando, antes de alcançar o pote de mel.

Sua avaliação, por excesso de gula, começa a derreter, inclusive em seu estado.

Resta Alckmin, o picolé de doçura, mas nada garante que emplaque, já que o país mudou, e ninguém mais hoje, suporta a dança ambígua, patética, do partido.

É um xote em que ora dança com Temer, caído em desgraça, faz acordos deploráveis, ora volta a ameaçar ser Lampião, o partido preparando para reorganizar o país.

O que vemos, na prática, é um PSDB se lambuzando no manguezal do poder, cada vez menos lampião, e tampouco conseguindo a arte de arrumar uma casa, que tão bem  Maria Bonita sempre soube fazer.

 

 

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