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Pode-se, e bom que assim seja, questionar suas ações, suas idéias.

E, no entanto, jamais sua fidelidade naquilo que acreditou.

Da mesma forma, garantem as mulheres, e em menor escala, os homens, não se pode questionar seu carisma, sua beleza física.

Dia 9, faz 50 anos que tombou – o 9/10/1967 – assassinado, friamente, guerreando, num lugarejo perdido da sofrida América, na Cordilheira dos Andes.

Onde, posteriormente, lá estive, apurando sua morte.

Nesta foto, o temos no Congo, onde perdeu, não avançou.

Foi, de forma inquestionável, um guerreiro sem descanso, uma das mais polêmicas figuras de seu tempo.

Há pouco, estando em Cuba, quando dizia que o conheci pessoalmente, produzia curiosidade, talvez até encanto.

Che, em tão curta vida, 39 anos, marcou, em tão curto tempo, um século inteiro, – o século 20 – onde mais se matou em toda a história da humanidade.

Gostemos, ou não, foi a grande legenda, o herói cultural dos que sonham com um homem melhor, assim como o assassino frio para não poucos.

Foi, e continua sendo, ainda, a grande lenda do século XX.

 

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