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Não é folclore, não é esoterismo.

É um não às drogas, um “chega pra lá” nos remédios. Todos, oriundos dos labortórios, têm contraindição.

Claro, resultam de pesquisas, e há situações em que são imprescindíveis.

E, no entanto, podendo evitá-los, sempre é prudente.

Embora reconheça que sem remédios para dormir, relaxar, fugir da depressão, da diabetes, pressão alta, emagrecer, ganhar ânimo, vontade de viver, tornar o corpo mais sarado, o homem urbano entraria em parafuso.

A longa vida, sustentada à base de remédios, não é viver.

É durar.

É a sustentabilidade e a festa milionária dos poderosos laboratórios multinacionais.

 

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