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Santander

Este banco Santander, que ora se curva diante de um originalíssimo e estranho  grupo de jovens – Movimento Brasil Livre – que se diz liberal, mas tomado de cautelas  sexuais, e que suspende uma exposição de grandes artistas, tem história.

E história nada relevante.

Não faz muito cancelou a conta de uma farmácia uruguaia que aderira ao programa de venda, legalizada, de maconha.

Temeu retaliação do governo americano, cujo país, curiosamente, já registra vários estados entrando nesse mercado.

Uma senhora, Sinara Polycarpo, era funcionária, qualificada, do Banco Santander.

Um pouco antes das eleições de 2014, ela assinou um relatório, destinado aos investidores, que previa a economia brasileira caminhando para um impasse.

Tal informação, corretíssima, vide a quebradeira em que hoje nos encontramos, batia de frente com o esplendoroso futuro anunciado por Lula e a  Campanha de Dilma.

Pois bem; Lula nadando de braçadas, exigiu, publicamente, que o banco a demitisse, e o Santander obedeceu franciscanamente.

Consta que 20 mil clientes fecharam agora  suas contas no Santander.

Retaliação melhor, impossível.

O politicamente correto e a arte engajada, voltadas para o bem, são expressões de países autoritários.

Estranho é esta exposição ser patrocinada pela Lei Rouanet, quando este banco, privado, não deve estar quebrado.

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