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Lula 112

“Vaidade das vaidades, vaidade das vaidades! 
Tudo é vaidade.

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.

Todos os rios vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.”

Reza a maledicência que Lula não gosta de ler, apesar de profanar a língua no melhor naipe de um Joesley Batista.

Diante do inferno vivido, hoje, tem sido visto em monólogos solitários, infelizmente fora do sítio de Atibaia, no melhor estilo de um Laurence Oliver, o grande intérprete de Shakespeare.

E tem repetido – decorou – é o que parece, trechos do Eclesiastes, o livro dos livros, o mais poético, o mais belo, o mais desconcertante, o livro mãe de todos os outros.

O sofrimento, sabemos todos, nos engrandece.

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