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Hemingway viveu 20 anos em Cuba, precisamente em Havana. Os últimos de sua intensa vida.

Ao ganhar o Nobel, com ” O VELHO E O MAR”, uma novela clássica de precisão e simbolismo, o dedicou ao povo cubano.

O boteco que frequentou com regularidade durante muitos anos – la bodeguita del médio – na Velha Havana -, continua intocado e virou espaço sagrado, transformou- se em lenda.

Lotado, em suas paredes lá estão Hemingway, Rita, as mais celebradas atrizes de Hollywood, Garcia Marques, e não menos parte da geração perdida dos anos 20 parisienses.

“Por Quem os Sinos Dobram” relido, até hoje, é uma obra atual e inesquecível.

A revolução de Che e Fidel o reverencia.

Sua casa – La Finca del Vigília – é hoje um museu lotado de visitantes, com os 9 mil livros de Hemingway.

Para quem tem veleidades em escrever, bem e sem nhém/nhém/nhém, sua leitura é obrigatória.

Hemingway deu Adeus, fora de Cuba, que ele tanto amou, nos EUA, com um tiro de pistola sob o queixo.

Ele que pescou marlin, cobriu a violenta guerra-civil na Espanha, e matou búfalos selvagens na África, num certo sentido escolheu morrer como viveu.

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