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Cuba - foto 1

O homem sempre sonhou com o fim das desigualdades, desejo perseguido desde que a espécie evoluiu para o sentimento de justiça e igualdade.

Com a descoberta do Novo Mundo esse desejo tornou-se mais latente.

A Utopia de Thomás Morus, nos primórdios dessa descoberta, acenou com tal possibilidade,  principalmente a partir dos índios  brasileiros, os mais primitivos da América.

Neles inexistiam propriedade privada, as expressões religiosas não estavam a serviço do poder, e vivia-se em profunda harmonia com a natureza.

No caso do Brasil a colonização, diga-se cristianização, começa com a derrubada de árvores para a edificação de cruzes, destinadas à celebração da Primeira Missa.

Tal processo se reproduziria em todas as invasões do Novo Mundo.

Nada mais simbólico.

Vieram Rousseau, os socialistas utópicos, e finalmente a Revolução Francesa.

Logo depois, a revolução russa, levando consigo dezenas de outras nações.

A busca do fim das desigualdades alcançava, finalmente, o poder.

Após quase 80 anos de experiência soviética, o sonho socialista tombou, não só com a queda de Muro de Berlim.

Sobrou, hoje, Cuba, sem Camilo Cienfuegos, Guevara, Fidel, sem perspectivas de crescimento para várias gerações, sem mercado de trabalho, e já agora mergulhada no turismo, capitalista, predador, quase vampiresco.

Cuba sobreviverá, o sonho continua perseguido?

Quem percorre o país constata, de forma clara, que as novas gerações querem uma Cuba diferente, onde possam crescer, acordar felizes.

 

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