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Ontem fez 100 anos que a Alemanha invadiu a Bélgica e teve início a 1ª Grande Guerra. Em 4 anos, 3 meses, e 14 dias mobilizou mais de 60 milhões de combatentes, eliminou 16 milhões de pessoas, e cerca de 20 milhões de feridos.

A 2ª-, 1939/45, completaria a carnificina, registrando a maior matança da espécie humana em toda a História.

Mudou o mapa do mundo, fez desaparecer 4 impérios – Austro-Húngaro, Germânico, Russo e Turco – redesenhou a geopolítica, e viabilizou as doutrinas comunista e nazista. Esses impérios eram regidos por nobrezas com profundas alianças de parentescos.

Mesmo assim, a carnificina não foi evitada. Certamente agravou. O ódio entre ex-amigos ou parentes sempre é mais cruel e intolerável.

Não custa lembrar que tudo começou quando um nacionalista tísico sérvio, Gravilo Princip, matou a tiros o Príncipe herdeiro da Áustria-Húngria, Francisco Ferdinando.

Esse atentado, banal, num mundo marcado por uma sucessão deles, fez surgir, também, figuras como Stálin e Hitler, que certamente o mundo tão cedo não vai aspirar sua volta, imagino!

Tudo isso pra dizer: não adianta tripudiar, a nossa espécie vive em guerra, desde o começo dos começos, conforme dizem os índios. Como de resto todas as outras.

Campanhas e discursos em favor de um mundo em paz, são apenas campanhas e discursos. A história da humanidade é a história de guerras permanentes, desde os ancestrais do homo sapiens. Na natureza, em todas as suas formas de vida, também não é diferente

Que fazer?

 

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