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Quem assistir a Dunkirk – retirada de 400 mil militares ingleses da cidade de Danquerque,  Canal da Macha, na França, no 2º ano da Grande Guerra, 1940 – como mais um filme de guerra não vai sair do cinema satisfeito.

Quem o fizer, acreditando encontrar um diretor na linha  de um Stanley Kubrick, ou mesmo de Steven Spielberg, também vai viver decepção.

Dunkirk é muito mais que tudo isso.

Ele retrata, em 70mm, coisa rara no cinema atual, um dos episódios que, alguns acreditam,  definiu os rumos da 2ª Grande Guerra.

Christopher Nolan recusa a tecnologia digital, evita o 3D, e faz o relato muito preciso do que nos conta Churchil em suas memórias, ele que comandou esta Operação e de resto ajudou, de forma decisiva, a derrotar o nazismo.

As tropas nazistas  com seus tanques Panzer esmagaram a pretensa resistência francesa, invadiram países neutros como Holanda e Bélgica, encurralaram os 400 mil ingleses, e, não tivessem sido salvos,  há quem diga, o mundo ocidental hoje seria outra.

Vale conferir.

Pressupõe, claro, certo conhecimento histórico, coisa rara hoje em quem busca cinema.

 

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