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Sergio Moro 22

Um “juizeco” de 1ª Instância, hierarquia menor, quase o andar de baixo, na pirâmide do Judiciário, mergulhado no anonimato, filho de uma professora humilde, nas terras do Sul, está ajudando a passar a limpo um país mergulhado, há séculos, em corrupção e patifarias impunes.

Lá atrás, no começo deste século, mandara prender, por lavagem de dinheiro, 62 doleiros, entre eles Alberto Youssef.

Mas, disso tudo, o país não soube, e tampouco quis saber, continuando, portanto, o “juizeco” no anonimato.

Já nos idos de 2004, o diabo desse “juizeco”, falando da Mãos Limpas, na Itália, dizia que “a independência judiciária, interna e externa,” paralela à perda de legitimidade do sistema político, explicava a existência da Operação.

Sua vida, de sua mulher – sua mãe tem sido vaiada pelas claques que odeiam o filho –  virou, tudo indica, o Inferno.

E, no entanto, com seriedade e fundamento, vai mostrando que a Lei é para todos, e se transformando,  para os não picados pelos dogmas, não mergulhados em fanatismos, na personalidade, no homem do século 21.

Sérgio Moro, um cidadão discreto, está mandando para cadeia criminosos engravatados e de colarinho branco.

Coisa nunca antes vista neste país.

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