Home

Temer e Lula

Um Governo aprovado por apenas 7% da população é grave.

Num país regido por corporações – maioria – que por sinal nunca tiveram, não significa que democracia seja o melhor dos mundos.

Talvez por isso Sócrates a tenha reprovado. Mas isso é outra história.

Certo, Temer e seu grupo, há quem chame quadrilha, passaram do ponto.

Se houve quem neles apostassem, nada mais foi que a necessidade de retirar a alterada Dilma Rousseff que, pelo conjunto da obra, o resto todos sabem.

O perigo do “Fora Temer” é complicar a leitura, o andamento do jogo, a estratégia, a malícia dos técnicos, dos comandantes dos times.

A liderança do processo de rapina, certamente um dos maiores que o país já conheceu, talvez mesmo numa escala global, pertence ao PT, comandado por Lula.

Lula e o PT inauguraram a corrupção e a rapinagem como método de Governo.

Isto é inédito.

Temer e seu grupo foram aliados, merecem as caldeiras do Inferno, mas quem protagonizou todo esse processo foi o lulopetismo.

PMDB, PP, PC do B, e hoje sabemos também PSDB, se lambuzaram na corrupção tradicional do enriquecimento pessoal e partidário, favorecendo seus aliados, multiplicando e fornecendo benesses aos amigos, aos eleitos, aos burocratas da militância.

São criminosos, certo, mas não quiseram eliminar o rio piscoso, anular o modelo dominante, as regras do jogo democrático, não sonhando com um projeto revolucionário de perpetuação no poder.

O PT, com método, perseguiu a perpetuação revolucionária, o governo popular definitivo.

Dito isto, entendemos a promoção dos “campeões nacionais”, a participação dos bancos do estado – BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil – e não menos os fundos de pensão alavancando todo esse processo.

Os governos autoritários – esquerda, direita – sempre sonham com essa perpetuação.

O Nazismo falava em mil anos, o fascismo foi na mesma direção. Vide Espanha, Portugal, Paraguai, União Soviética, China, assim por diante.

A Petrobras faliu, quebrou, hoje deve mais do que vale. Cadê o nacionalismo do Governo popular, a intocabilidade da empresa por parte das multinacionais? 

Ela foi negociada com as empresas nacionais, e não menos com os países amigos. Vide Bolivia que nacionalizou um de seus braços, e o Governo popular sequer abriu o bico para protestar.

O TCU tem em mãos financiamentos do BNDES a países bolivarianos e ditaduras africanas na escala de R$1,3 trilhão.

Se forem abertas essas caixas pretas o país verá o tamanho da rapinagem.

Temer nunca foi o Comandante em Chefe desse processo que imaginou ocupar o poder, por óbvio, mudando as regras do jogo, implantando um Governo popular, socialista.

Joesley Batista blefou, as razões poucos sabem, quando atribuiu a Temer essa liderança.

Emilio Odebrecht foi mais honesto quando sinalizou outro comando, outro Comandante em Chefe.

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s