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Primeira dama - marcela temer

Nenhum animal encurralado, nem mesmo os herbívoros, se deixa devorar sem reação.

Temer está encurralado.

Acusa a peça de Janot de ficção, lhe atribui suspeição de haver recebido propina para lhe acusar, e, demonstrando força, nos corredores palacianos, trouxe para o seu ataque,  um curioso grupo, a fina flor da malandragem.

Vejamos; André Moura, réu em três ações penais, e investigado por suspeita de homicídio. 

Raquel Muniz, esposa de um ex-prefeito acusado de corrupção.

A tropa de choque brancaleone teve também o deputado Júlio Lopes, conhecidíssimo nos arraiais cariocas, parceiro estimado das malfeitorias de Sérgio Cabral.

Contou ainda com Elsinho Mouco, seu marqueteiro de fe, na tentativa de exorcizar os seus demônios, mas possível seja que os ouvidos da nação permaneçam surdos.

Nenhum cardeal, apenas a raia miúda, os insignificantes pastores do baixo clero.

A solidão de um presidente em queda é uma experiência amarga, que não desejamos – as pessoas de bem, entre as quais, humildemente, me incluo – nem mesmo ao pior inimigo.

A queda é o enterro, nada solene, das quimeras, é o naufrágio definitivo de não poucos sonhos.

Que o digam Collor, Dilma, e, não demora, o próprio Temer.

 

 

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