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Sarney, Renan e Jucá

D Pedro I

Já imaginaram, o distinto público e quem mais o queira, a prisão conjunta de Renan, Sarney, Jucá, e completando o time, Eduardo Cunha?

Seria lindo, e aí sim, a Justiça seria para todos.

O país abdicava da condição de republiqueca, a desigualdade sofreria um duro golpe, o povo festejaria nos botecos, nas repartições, nas esquinas.

 Mais; compreenderia, enfim,  que afinal de contas valeu a pena D. Pedro I, o Demonão, no início de sua paixão  por Domitila de Castro Canto, a Titília estonteante, até para fazer bonito junto a ela, ter proclamado, corajosamente, a Independência do Brasil.

Quase 200 depois, o povo vendo essa turma, acima mencionada,  com macacão de presídio, começaria de fato a ter orgulho de ser brasileiro e a aplaudir paixão tão desvairada de nosso príncipe, nos idos de nossa formação.

Mesmo tratando-se de uma amante. Ora, ora por quem sois!

Sim, porque paixão continuada, duradoura, só com amantes.

O advogado de Sarney acaba de produzir uma pérola: as prisões estão sendo banalizadas na República.

Banalizadas, podem arguir os homens de bem e de boa vontade, conforme nos ensina a Bíblia, é permanecerem soltos essas figuras, enquanto o Seu João Silva está detido, há mais de um ano, vendo o Sol quadrado, porque foi preso no interior de uma mercearia roubando uma lata de leite Ninho.

Janeiro/2016

 

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