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Temer

Há uma crise institucional, política, de varredura nacional. Mas há, também, crises pessoais.

Até porque nenhuma crise institucional, nacional, global, dói mais que uma crise pessoal.

Bem que Dilma poderia estar saboreando a Via Crucis ora enfrentada por Temer, que ela viveu na própria carne, produzida, dizem seus seguidores, pela conspirata da quadrilha do atual presidente.

No entanto, nem tanto.

Ele caindo, ela também cai, fica inelegível, e aí o mundo começa a desabar, posto que o destino será a República de Curitiba.

Faz-nos lembrar o drama do sobrinho pobre que recebe uma milionária herança de um tio que ele sequer sabia existir, nem mesmo remotamente.

No enterro precisou chorar, naturalmente, a morte de tio tão generoso, sem perder de vista, e sequer poder revelar, a grande, imensa alegria que invadia a sua alma.

Os sentimentos cruzados são àqueles que mais dilaceram nossas almas.

PS – Celebrando Machado, o Mestre que todos conhecem!

 

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