Home

temer e familiaO combinado: a JBS pagaria uma propina de R$500 mil por semana, durante 20 anos, a Michel Temer, atual presidente da República.

A primeira parcela quem a recebeu foi o deputado federal, Rodrigo Rocha Loures, já detido, e sem mandato, na Papula, em Brasília.

Quem tratou por parte da JBS foi o executivo da empresa, Ricardo Saud, e as negociações foram feitas no interior de um aprazível bar da capital paulista.

Vinte anos porque é o tempo do contrato da hidrelétrica de Joesley Batista com a Petrobras, e vale registrar, que feita as contas, o aposentado, ou sua jovem viúva atual, ou Michelzinho e seu irmão, receberiam a importância de R$480 milhões de propina ao fim de duas décadas.

Difícil imaginar Michel Temer, com 97 anos, fim do contrato verbal – ou houve um contrato de gaveta? – ainda com o domínio dos fatos, isto é, com o controle absoluto dessas propinas semanais.

Se é que até lá a JBS continuaria pagando, diante de um Senhor beirando os 100 anos, e sem ter como cobrar propinas tão generosa nos tribunais, constituir banca, exigir o cumprimento do acordo.

É o que passa por nossa ingênua cabeça.

 

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s