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Se viva estivesse faria agora 111 anos.

Resultado da grande diáspora cujos pais, em razão das estiagens e mudanças de matrizes econômicas na 2a metade do século 19, foram expulsos dos sertões nordestinos para a Amazônia, ela, por onde pisou, deixou uma memória de dignidade, luta e coraçem.

Raimundinha Martins foi e continua sendo minha mãe.

Minha mãe

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