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“O Cidadão Ilustre”, mais um filme argentino a nos mostrar que não saimos da 2a Divisão na produção cinematográfica. E o que é pior; filme sem grandes custos, sem produção carissima, sem efeitos especiais, sem tiros, sem explosões. 

E, no entanto, a ressonância magnética da anunciada e celebrada beleza da vida rural, com sua quietude, sua paz, sua fraternidade.

Tudo isso é desconstruído, quando um de seus filhos, após 40 anos, com um Nobel como auréola, retorna para receber a gratidão de sua cidade natal.

O mundo rural, o interior, a cidade pequena, o povoado isolado, isentas da civilização, de suas competições e consumo,  nunca deixaram de ser um território de inveja, ambições, dissimulações, e profunda mediocridade. 

A produção brasileira, exceto eventualmente, não saiu ainda do modelo das novelas da Globo, ou, o pior, do besteirol, das chanchadas ridículos que insistem em continuar.

 

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