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Os depoimentos de João Santana e Mônica Moura – nenhuma dupla foi tão próxima, privou tanto da intimidade do poder lulopetista – quanto estes dois marqueteiros, por óbvio, quebraram finalmente a decantada inocência da ex-presidente Dilma.

Numa linguagem objetiva de João Santana, complementada pela insustentável leveza e até bizarra de Mônica Santana, a imagem celebrada de Dilma como inocente e adversária de malfeitorias foi inteiramente destruída.

Dilma obstruiu investigações, agiu na relação com os dois afrontando a ética de uma presidência, e a partir de agora sua situação, tudo parece, ficará insustentável.

Acabou a estampa de uma pessoa inocente, e de que nada sabia do rio de lama em que se encontrava o poder.

 

Joao-Santana e Dilma

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