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Luppi e Dilma

Dilma, em seu chororô pós “queda”, e já antes, protesta por ter sido traída e injustiçada.

Quem quer que busque a política, ou mesmo decida viver – há o suicídio, é claro -, e não admita a traição, terá profundas decepções.

Não existe política sem traições, assim como a vida não raro, ou quase sempre, nos mostram as injustiças permanentes.

Traída foi pelo seu partido, que não a deixou  implementar uma política de ajuste na economia.

Traída por nunca o PT a ter  perdoado, sendo de outro partido, o PDT.

Traída por ter sido a eleita do príncipe, quando havia outros, no próprio PT.

Traída por seus áulicos que nunca a amaram, e na verdade a temiam, tal era sua arrogância, prepotência e soberba nos anos de poder.

Traição e injustiça são a torta diária da vida, e não menos da prática rasteira da vida política.

Sem esses dois atributos – traições e injustiças – talvez estivessemos até hoje, diria Imannuel Kant,  pastando nas pradarias verdes do planeta, ou quem nas alterosas mineiras.

Falar em traição e injustiça é tão primário, que mesmo como trajetória de seu chororô, é mais um mantra patético que ela insiste que incorporemos.

Por sinal, nada mais Judas, vamos supor, que o beijo molhado, certamente pegajoso, de Luppi, o presidente do PDT de Brizola, que ela teve a grandeza de explícitamente repugna

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