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Lula e Christina Kirchner

Apesar da queda do Muro, pelo fracasso do socialismo soviético, o Brasil, pelo voto, implanta posteriormente um governo popular, e se junta, fortalecendo, às experiências da Bolívia, Argentina, Equador, Nicarágua, Cuba, e naturalmente Venezuela, que tinha o poder de fogo do petróleo.

Toda essa experiência, puxadinho do que já acontecera no Leste europeu, está virando, já virou, pó.

O Brasil adora ser no presente, a experiência fracassada do passado. Quem dizia isso era o Darcy Ribeiro. Ele vivia repetindo esse bordão. Claro que buscando o alvo da direita.

A Bolívia sobrevive, até quando ninguém sabe.

As “delações do fim do mundo” estão mostrando que assim como a religião é o ópio do povo, o pensamento de esquerda tem sido o ópio dos intelectuais, conforme já o disse, no meio do século passado, Raymond Aron.

Putin anexa a Criméia, intervém brutalmente na Ucrânia; bombardeia o povo Sírio, ajudando um assassino; Venezuela e Cuba viram ditaduras do bem; e os intelectuais de esquerda no maior mutismo.

Aqui no Brasil, o governo popular se transformou num reduto de ladrões, abutres, associados às empresas privadas, ao capitalismo de compadrio.

E o silêncio continua sepulcral.

Nenhuma autocrítica, prática que a esquerda adora, e nenhum  reparo a Lula e aos seus liderados, na saga histórica do lamaçal que produziram.

 

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