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Em um dos trechos do depoimento de Emílio Odebrecht, ele conta que ouviu do general Golbery, nos idos da Ditadura civil-militar, com a qual conviveu graciosamente, a curiosa revelação;

– Emílio, Lula não tem nada de esquerda. Ele é um “bon vivant”. Ele gosta da vida boa, gosta de uma cachacinha, gosta de fazer as coisas…

Tanto era verdade o que dizia o general da “inteligência”, dos serviços de informação, que a primeira tarefa no processo de reabertura foi “implodir” Brizola, esse sim, merecedor de absoluta desconfiança.

Tiraram, entre outras estratégias, o PTB de Getúlio das mãos de Brizola, e começou, é o que sabe e agora está sendo revelado, a promoção de Lula.

Em troca Lula foi tornando dócil o movimento operário, os sindicatos, chegando mesmo a fazer pacto com a Odebrecht no episódio da greve do polo petroquímico de Camaçari, na Bahia.

Lula foi “adotado” pelo processo de reabertura, e não traiu seus padrinhos, é o que mostram as revelações dos 77 executivos e donos da maior empreiteira de toda a América Latina.

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