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Dilma Lula e a euforia

Se esses crimes não emanam diretamente do Chefe de estado, do chamado núcleo duro, fazem parte da periferia, do entorno do grupo dominante.

Tem sido assim desde o começo dos começos, quando conhecemos, exterminamos ou subjugamos as primeiras populações primitivas aqui encontradas.

E, no entanto, agora, com a “delação do Fim do Mundo”, 517 anos depois, podemos dizer que no primeiro governo popular, liderado por um líder operário, apoiado por todos os partidos de esquerda, a corrupção no Brasil tornou-se sistêmica, orgânica, brilhantemente institucionalizada.

Nos anos 70, em Trancoso, no Sul do Bahia, década do desbunde, a boca de fumo da praia deixou de ser clandestina, abdicou de operar na clandestinidade.

Eram os tempos de ruptura com a opressão, com a caretice.

Num rasgo de libertação, os que a frequentavam, entre os quais eu me incluía, foram surpreendidos com um aviso enorme, à entrada do sítio, um improvisado portão de arame farpado.

“LIBEROU GERAL”!

Ainda há quem diga que a História não se repete, se não como farsa. O velho Marx pode ter errado no geral, mas no particular acertou muito.

Nada mais parecido, no terreno da corrupção e das propinas, com o momento histórico de Trancoso, que os últimos 13 anos de Lulopetismo dirigindo o país.

 

 

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