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Amanhã, dia 11, 3ª feira, lançamento do filme “Belo Monte”, no Estação NET – Rio, às 21 hs. Rua Voluntários, 35.

Produção da Indiana Produções, direção de Alexandre Bouchet, e roteiro de Edilson Martins e Bruno Martins

Belo Monte, a 3ª maior barragem do mundo, perde apenas para Três Gargantas, na China e Itaipu binacional, entre Brasil e Paraguai. 

Os especialistas entendem por falsa a construção de hidrelétricas na Amazônia como solução para o desenvolvimento do país, uma vez que não significam energia realmente limpa e sustentável. 

A grande estiagem, redução das chuvas, este ano, já está provando o equívoco anunciado da sustentabilidade. 

Além dos impactos profundos na biodiversidade, nas comunidades tradicionais, desrespeitando direitos humanos, violam leis e acordos internacionais.

 O “Plano 2010”, elaborado no governo passado, listou 79 barragens, que concluídas, inundariam 10 milhões de hectares, cerca de 2% da Amazônia Legal, e, aproximadamente, 3% da porção brasileira da floresta amazônica.

 Não é coisa pouca, podem imaginar.

No caso de Belo Monte, o projeto foi gestado pela Ditadura, no final dos anos 60, e curiosamente inaugurado, e não concluído, em 2016, já no final do Governo Dilma.

 Os processos políticos, assim como a vida, constantemente têm suas trapaças.

 O filme faz a crônica da perversa destruição do rio Xingu, assim como a agressão ao meio ambiente e às comunidades até então ali existentes. 

Para quem tem percepção da importância da Amazônia para o Brasil e para o mundo, o filme é imperdível. 

 

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