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O deputado federal Jair Bolsonaro, em campanha presidencial, o mais votado no estado do Rio, entende que “índio não fala nossa língua, não tem dinheiro, é um pobre coitado, tem que ser integrado à sociedade, não criado em zoológicos milionários”.

O que ele não quer entender, certamente por limitações ideológicas, que negros e índios constituem a base, a essência, de nossa formação étnica e histórica.

Imaginemos o país dominantemente europeu, o que seríamos?

Uma unidade étnica certamente desgraciosa, como tantas outras, sem a originalidade atual, sua diversidade, seus grandes ícones – Machado, Aleijadinho, Pelé, Euclides da Cunha – sim, todos são negros na visão estreita da eugenia racial.

Outra bobagem.

E, no entanto, Bolsonaro, em sua corrida presidencial, não está só.

Conta com a parceria também bizarra, de Ciro Gomes, produzindo bazófias, ameaçando receber a PF “na bala”, agredindo a língua,  e todos os dois o fazem com a maior empáfia.

Quem salva o país dos eleitores desses candidatos populistas, demagógicos, desinformados, ditos ideológicos, e até mesmo farsantes?

 

Indio bolsonaro 1

foto – edilson martins

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