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Renan e Jucá

Renan ao tempo em que uma empresa, em Brasília, pagava as despesas de sua amante, já bem depois da era Collor, investigação também paralisada pelo “foro privilegiado”, ouviu de um assessor uma frase eterna.

Por filósofo, Renan é chegado a produzir parábolas, aforismos, mesmo sem nunca ter lido Schopenhauer e tampouco saber se expressar, com as sutilezas da última flor do Lácio.

Empata com o Ciro, o El Cid, o campeador, que garante que receberá a PF ” na bala”.

Dá para imaginar o Coronel fanfarrão “montado numa bala”, aguardando os agentes da Lava/Jato.

A frase que nunca mais abandonou o vaselina das Alagoas;

– Você não tem dono e tem que mostrar que ninguém te(sic) controla. Lata(sic) quando tiver que latir e morda quando tiver que morder; senão(sic) perde a moral.

Mais sábio, mais filósofo, e mais respeitoso com a língua de Machado, impossível.

Ah, Renan, ah, povo das Alagoas! Até quando!

 

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