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O nosso instigante ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, que acaba de produzir uma pérola de inovação literária – “o Brasil só acaba para quem morre! Para quem vive, O Brasil nunca acaba” – teria muito o que ensinar ao Conselheiro Acácio, personagem inesquecível da galeria de Eça de Queirós.

Pois bem; lá atrás ele processou Millor Fernandes. Motivo; “quando ele, do alto do seu saber linguístico, propôs decreto proibindo o uso de palavras estrangeiras em nossos escritos, comentei: “Ele sabe do que está falando? Quanta idioletice!”.

Millor, gênio, produziu, em sua defesa, uma preciosidade: “a língua é a mais complexa, a mais milagrosa, a mais estranha, a mais gigantesca e variada invenção humana. Nada menos sujeito a tutelas autoritárias. Agora, mais uma vez, vê-se um cidadão, “eleito pelo povo”, propor lei proibindo o uso de palavras estrangeiras em nossos escritos.”

Millor, por morto, perdeu, nova oportunidade de apreciar mais uma das lavras inovadoras de Aldo Rebelo, o ministro da Inovação. (5/04/2014)

 

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