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Certo, causa desencanto ver figuras como Renan Calheiros, Romero Jucá, Collor de Melo, José Sarney, e mais governadores, senadores, e tantos outros colarinhos brancos, em nome do foro privilegiado, essa excrescência brasileira, impunes, jogando para as calendas o julgamento de seus crimes.

Mesmo assim, não menor afronta é assistir à mulher do Sergio Cabral, Adriana Ancelmo, acusada de participação em crimes hediondos – quebrar um estado – ser transferida para seu luxuoso apartamento, um hotel 6 estrelas, na orla dourada do Rio, indo crumprir sua detenção  preventiva na ” chamada prisão domiciliar”.

Esse escárnio, essa afronta, esse chute na boca do estômado, esse soco defechado na cara do povo brasileiro, acontece no mesmo presídio em que outras detentas, por 30, 50 gramas de maconha, estão separadas de seus filhos, de suas crianças, algumas praticamente recém-nascidas.

Não menos grave, esse escárnio não acontece nos grotões do sertão brasileiro, nas capitanias de Ciro Gomes e seus familiares, tampouco nos lamaçais das rodovias da Amazônia, feudo também de Jader Barbalho.

O escárnio, a afronta, é aqui na chamada cidade Maravilhosa.

E o carioca, bom bola, bom de Carnaval, bom de olimpíada, bom de papo, não tá nem aí.

 

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