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A esquerda, apesar de pregar o internacionalismo socialista, nunca conseguiu esconder um nacionalismo enrustido.

Assim como a direita.

Hitler, apesar de austríaco, foi um nacionalista alemão exaltado; o partido nazista fazia essa celebração, e não menos Mussolini que se debandou para o fascismo oriundo da esquerda socialista italiana.

Tudo isso para resumir uma obviedade.

Tanto a esquerda, como a direita, mais cedo ou mais tarde, vão vestir a camisa de Trump.

É uma questão de tempo.

Um ponto em comum – ele é fundamental – nessa adesão ao trumpismo, tanto da esquerda, quanto da direita, é a repulsa à globalização, esteio central, fio condutor, espinhal dorsal, da eleição do milionário americano.

Todo o discurso da campanha de Trump, entre outras linhas obscurantistas e oportunistas, foi prometer socorrer os órfãos, as viúvas da globalização, agregando xenofobia, e não menos explícitos arquétipos nativistas.

Aqui no Brasil, vejam bem, não vai demorar, nas eleições de 2018, poderemos ter candidatos, à direita e à esquerda, perseguindo a rota vitoriosa de Trump: “Brasil first”.

Que vai ser bizarro, lá isso vai!

 

 

 

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