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O Oscar para o Moonlight – Sob a Lua do Luar – foi uma escolha política. Um clichê, certo.

E Trump, uma aberração governando o mundo, bem que merece.

Preconceituoso, racista, despido de luzes, é o homem das cavernas. Todo o mundo já o disse.

E, no entanto, o filme tem um início fulminante, eletrizando, mas, aos poucos perde fôlego, se arrasta feito cobra pelo chão.

Navega na divisa da redundância, chororô demais, criança humilhada demais, não que não aconteça, mãe drogada demais, sofrimento de fazer inveja à via Crucis de Cristo, e logo depois a virada, a ressurreição, a reinvenção.

A ideologia do sucesso, da virada, sempre esteve presente no imaginário da cultura americana.

Mas, aí, surge o homossexualismo escondido no armário. É a bola da vez. O politicamente correto explode, ganha asas, voa.

O movimento gay vai aos prantos. Vi alegres rapazes deixando o cinema com o rosto banhado, ou deixando os sinais, de duchas de lágrimas vertidas durante a sessão.

Vai bombar, já está bombando.

Num outro contexto, filme de Oscar não chegaria a ser. Até porque não chega  a ser uma super produção. Poucas, pouquissimas locações.

Há chororô demais.

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