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Bruno, Chica e Juju –

Corriam os anos da década de 90, o fim de um século, que se cansara, emoções e histórias que se enroscaram, se encerravam, o fim de uma época que pedia, alvoroçadamente, licença, e se despedia, entre risos e choros, para nunca mais retornar.

O espaço, Curumuxatiba, sul da Bahia e norte do Espírito Santo, a um tempo em que todos nós, eu incluso, jamais imaginávamos que o mundo acabaria, que haveria dias adversos – tudo era tão doce e irresponsável – e que tudo sempre caminharia no melhor dos mundos.

Borges lembra uma passagem de Allison, do século 18, falando de sonhos.

Quando sonhamos, dizia ele, mais ou menos assim, se não me sacaneia a memória, somos ao mesmo tempo, o teatro, os atores, a peça e o autor.

Enfim, somos tudo, a um só tempo. As imagens passadas, congeladas, resgatam sonhos.

Éramos felizes, como somos agora, e não sabíamos.

Se é que a felicidade existe. Mas aí já é outro papo.

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