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“Os facínoras deveriam pedir desculpas a ela. Este homem que está enterrando sua mulher não tem medo de ser preso.”

O alvo é claro e objetivo. Alvo que por sinal está ajudando a depurar o país.

O que ele não disse é que dona Marisa Letícia conduzia, diagnosticado, há 10 anos, um aneurisma que terminou por eliminá-la. E mais; que fumava compulsivamente, e nunca deixou de beber, até mesmo para acompanhá-lo.

Por opção pessoal, nunca permitiu se mexer, fazer exercícios, afugentar a bomba que ela sabia conduzir.

Será – nada mais natural num casal – que dona Marisa não tenha lhe cobrado, e reprovado, de forma até generosa, o envolvimento da família?

E, no entanto, no entorno do caixão, Lula, mais uma vez, produziu o discurso do ódio, o mesmo ódio que permeia as redes sociais, de não poucos desafetos do PT, desafetos de sua pessoa.

O “nós e eles”, nunca esqueçamos, começou com Lula, no auge de seu poder.

Um pensamento em “O discurso do ódio

  1. Nós e eles sempre existimos.
    Na dôr, vale o ódio.
    Bebem e fumam os diabeticos, os hipertensos, os ricos, os pobres, os…
    Muito bom o artigo q trata dos poucos % mais ricos do mundo x os muitos % . O poder é permeado de muitos vicios. Até do poder.

    Grande Abraço

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