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(…) A ministra Cármen Lúcia evitou o pior ao homologar as delações da Odebrecht. Desde a morte de Teori Zavascki, o acordo da empreiteira com o Ministério Público Federal corria sério risco.

A depender do novo relator da Lava Jato, os 77 depoimentos poderiam acabar no fundo de uma gaveta.

A presidente do Supremo frustrou a operação-abafa, mas escolheu não dar o passo seguinte. Mineiramente, ela evitou contrariar mais interesses e manteve a papelada em sigilo.

A decisão foi recebida com alívio pelos investigados, que temiam a divulgação imediata das delações.

A opção de Cármen dá uma sobrevida aos políticos dedurados pela Odebrecht. Alguns deles estão prestes a acumular mais poder.

É o caso de Rodrigo Maia, o “Botafogo”, e Eunício Oliveira, o “Índio”. Mesmo citados na lista da empreiteira, os dois são favoritos para vencer as eleições internas da Câmara e do Senado.

Bernardo Mello e Franco – Folha de SP

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