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Faz agora 50 anos que o mundo perdeu Winston Churchill, o grande buldog. Sem ele, certamente, na 2ª Grande Guerra, talvez não fôssemos o que hoje somos. Durante quase 3 anos resistiu, com o povo inglês, praticamente sozinhos,  à fúria dos exércitos nazistas.

O mundo livre não lhe deve pouco.

E, no entanto, foi um pândego, um deselegante, ensinando que na vida, mesmo nos momentos mais trágicos, sempre há espaço para a ironia, a galhofa e a irreverência. Sem isso a vida se torna insuportável.

Lady Astor, uma implacável parlamentar, certa vez não perdoou suas bebedeiras; “Winston, você não passa de um bêbado”. O que não chegava a ser uma calúnia.

Ele não se fez de rogado, e, na lata, bateu pronto; “E você minha querida, é feia. Mas amanhã já estarei sóbrio”.

Churchill além de texto impecável foi também um grande orador. Ele e Lady Astor viviam se arranhando, tanto em público, como em privado.

Ela não o perdoava e registrou, com prazer; “se fosse sua mulher despejaria veneno em seu chá”. Gol de placa.

Deve ter dado uma de suas baforadas, em seus charutos, que nunca largou, e deu o troco; “se fosse casado com você, Lady Astor, certamente o tomaria”!…

O folclore invadiu sua vida, e, ainda em vida, virou lenda.  E, no entanto, nunca poderemos avaliar a imensa dívida que todo o século 20, o século que venceu os regimes totalitários, ficou devendo a um único homem!…

Revisitando – 25/01/2015

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